Sabe-se que
nesse novo cenário educacional a demanda de informações exige uma nova
concepção de ensino e aprendizagem que redimensiona o papel do professor,
frente aos desafios impostos por uma sociedade amplamente tecnológica.
Para contrapor
com essas mudanças surge uma nova perspectiva pedagógica: A Pedagogia de Projetos, que por sua vez passa a ser considerada
pelos educadores como um caminho coletivo a ser percorrido em favor do
construcionismo. Mas como definir um projeto e como implementá-lo na escola?
Ao debruçar-me
no texto Pedagogia de projeto: Fundamentos e Implicações, notei que o conceito
de projeto trazido pela autora pressupõe o sentido de “projetar” algo que se
deseja tornar real, partindo de uma necessidade diagnosticada. O documento de Prado
(2001) ressalta ainda que
O trabalho por projetos potencializa a integração de
diferentes áreas de conhecimentos, assim como a integração de várias mídias e
recursos, os quais permitem ao aluno expressar seu pensamento por meio de
diferentes linguagens e formas de representação.
Como se vê, o
trabalho por projetos possibilita o desenvolvimento de aprendizagens
significativas partindo de uma problemática evidenciada pelos alunos. A conexão
com outras áreas de conhecimento e consequentemente com diferentes recursos
midiáticos é uma metodologia que enriquece a prática pedagógica, uma vez que
tanto professores como alunos podem mobilizar esses meios tecnológicos para
(re) contextualizar as ações alargadas na escola de maneira prática, coletiva e
reflexiva.
A pedagogia de
projetos já é bastante utilizada nas instituições escolares e o que se percebe
com essa prática é uma crescente motivação que reforça a participação dos
alunos nas atividades escolares, melhorando a propriedade didática nas escolas.
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